domingo, 2 de novembro de 2008

RESPONDA À PERGUNTA E GANHE LIVRO "MAS AFINAL... O QUE É MESMO DOCUMENTÁRIO?"


No programa Click de hoje temos a presença de participantes do documentário "Cinematografia", realizado pela Tango Zulu Filmes. Você, internauta, que quer se manter informado e atualizado sobre cinema, pode ganhar um exemplar do livro "Mas afinal... o que é documentário", escrito pelo professor Fernão Pessoa Ramos e lançado pela Editora Senac em 2008.
O livro é uma coletânea de ensaios sobre o trabalho documental no cinema e traz informações técnicas, estilísticas e análises sobre produções nacionais e estrangeiras.
Para ganhar o livro, responda à pergunta:

" Ao ver um bom filme no cinema, o que um fotógrafo (de jornalismo, still ou outro segmento) pode assimilar e aprender, para fazer fotos bem compostas artisticamente no dia-a-dia de seu trabalho?


A melhor resposta (publicada nos Comentários deste post até 17h de 09/11) ganhará o livro.
Use sua criatividade para responder à pergunta e boa sorte!


A

9 comentários:

graphe.com.br disse...

Ao assistirmos um bom documentário podemos retirar das imagens por exemplo as técnicas de visualização que os autores usaram para demonstrar as suas idéias; o posicionamento de câmera que foi usado; a quantidade e direção da luz é outro fator que pode ser analisado e aproveitado... então vemos que com um olhar de estudioso podemos retirar de um bom trabalho informações úteis para com certeza melhorar o nosso próprio geito de fotografar.

Identidade Capixaba disse...

Quando assistimos a um bom filme, a fotografia é o elemento que nos permite continuar relembrando as cenas mais importantes da história que nos foi revelada.Por isso,qualquer que seja o filme em cartaz, podemos aguçar melhor os nossos olhos para melhorar observar detalhes de composição, sentir melhor a luz, conhecer os tipos de enquadramentos utilizados.Depois é só colocar tudo isso em prática.
Boas fotos...

acacionascimento disse...

Um filme nos ensina a cada quadro. - Luz/Sombras/Ação. A percepção nos conduz à formação de idéias, linguagens visuais. O ambiente cinema é aliado incondicional da fotografia. Sua estética abrangente, complexa. Nos faz pensar melhor as propostas exibidas na tela. Todo o conhecimento da direção exibe-se verdadeiramente. Somos absorvidos pelas idéias passadas pela invasão da fotografia na tela. O filme é um aprendizado inconmensurável. Cada cena revela um univeso que é construído por experiências mil. Somos induzidos a enquadrar. A poética. A mensagem. A verdade. Incógnitas. Na telinha do cinema lições de luz/enquadramentos/visões. Quanto mais imperfeita melhor. Perfeição é limitadora. Imperfeição é criação/criatividade. Assim se faz a luz. De explosões de raios. Energia. Assim se faz o olhar cinematográfico. Fotográfico.

Ricardo Lima disse...

São diversos fatores que observo ao assistir um filme. Fatores que vão desde a utilização e controle da luz, passando pela disposição dos elementos em diversos planos destacados ou conjugados pela escolha de profundidade de campo, chegando a interação entre as cores e texturas presentes no quadro. Mas principalmente, tento assimilar como a soma destes fatores, entre muitos outros, transmitem o sentimento idealizado na criação, produção e execussão da obra.

Um grande abraço a todos.

Gustavo Serrate disse...

Acho que o fotografo deve assimilar o aspecto abstrato: atmosfera proposta, as texturas, a sensação. Porque essa informação vai te servir muito, ao passar pelo filtro pessoal. Quem busca assimilar o estilo de outro fotógrafo, ou determinada maneira de fotografar vai cair na cópia, mas se você aprende através da intuição, você acaba alcançando a originalidade.

Gustavo Serrate - cineasta81@gmail.com - (61) 9905 1685
www.cineasta81.wordpress.com

l. pessoa disse...

Sendo projeções contínuas de fotos, qualquer filme é em primeiro lugar uma sugestão a seu espectador de novas formas de enquadramento, de utilização de luz, de filtros coloridos, de composições e afins...
Mas mais do que isso, ele também nos coloca em contato com histórias ou vidas, que em um jogo representacional no trabalho do fotógrafo, servem de matéria prima para pensar o olhar do outro numa câmera fotográfica. "Como este personagem realizaria uma foto?" - é a pergunta - "Ou este outro... afinal, o que cada um vê?"
Exercício representacional e de compreensão que brinca com as infinitas possibilidades da ação e percepção humana, alargando as potencialidades do olhar fotográfico para além de sua própria retina.

Anônimo disse...

Ao ampliar seu repertório visual, trazendo referências técnicas e formais da imagem, - vista em suas grandes dimensões da tela cinematográfica-, o fotógrafo pode perceber de que forma a imagem está sendo composta, recortada, sequenciada para a construção da trama. Istó é, desvendar como que os personagens são representados em determinada ação do enredo, o que irá revelar a idéia e o sentimento que o filme queira passar naquele momento. Com isso, o fotógrafo pode treinar a busca do instante decisivo, percebendo-o em uma construção intecionada do diretor de cinema.

Vanessa

vanessa@edithcultura.org.br

Anônimo disse...

A premiada com o livro, oferecido gentilmente pela Editora Senac, é a internauta Vanessa, que visualiza na construção sequenciada das imagens no cinema uma oportunidade de treinar o olhar para o registro instantâneo que o seu trabalho com fotografia requer. Parabéns, Vanessa, entre em contato pelo email programaclick@gmail.com para receber seu prêmio!

Carlos Primo Vaz
Jornalista - Equipe Click

Anônimo disse...

Olá! Gostaria de agradecer a escolha de minha resposta e parabenizar o site pela iniciativa de reflexão sobre a fotografia e sua prática.
Estou com uma dúvida. Escrevi um email para a equipe da Click e ainda não tive resposta sobre o recebimento do prêmio. Será que esse meu email se perdeu?
Agradeço mais uma vez a oportunidade!
Vanessa

vanessa@edithcultura.org.br